Casa do Homem Pantaneiro: acesso público à cultura e ciência fica como legado em palco da COP15

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Espaço aberto ao público para discussões globais no âmbito da COP15 (15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres), realizada em Mato Grosso do Sul de hoje (23) até domingo (29), a Casa do Homem Pantaneiro – erguida dentro do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande – recebe durante toda a semana o ‘Conexão Sem Fronteiras’ com programação repleta de atividades culturais e debates temáticos. A entrada é livre e gratuita.

No início dessa tarde o governador Eduardo Riedel foi ao local juntamente à ministra Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima), apresentando o espaço e as iniciativas que ali serão feitas, não somente durante a COP15, mas também posteriormente ao evento, deixando legado institucional e estrutural quanto ao fomento da conservação ambiental. 

“Este espaço será permanente para a educação ambiental. Todo o Parque [das Nações Indígenas] vai passar por revitalização, uma mudança muito grande na parte elétrica, no espaço esportivo. Então nesse local que já é o grande parque de Campo Grande, onde a população vem em massa, vamos ter a Casa do Homem Pantaneiro como o legado para a educação ambiental”, frisa Eduardo Riedel ao comentar sobre o local e anunciar obras em todo o entorno.

O governador ainda destacou que a Casa do Homem Pantaneiro fica logo ao lado do Bioparque Pantanal, um equipamento público que considera “belíssimo” e que também cumpre um papel social importante de conscientização ambiental, recebendo alunos da rede pública de ensino e demais visitantes locais e de outros estados e países.

“É um local [Bioparque] onde há ciência, pesquisa e tecnologia, além do turismo lá dentro. Quem vier aqui em Mato Grosso do Sul, especificamente ao Bioparque e aos Parque das Nações Indígenas, vai ter a oportunidade de conhecer aqui na Casa do Homem Pantaneiro também um pouco mais sobre o Pantanal, ter um aprendizado em relação a esse bioma. Então é um espaço que fica aí para Campo Grande e para todo o Estado”, concluiu Riedel.

Já a ministra Marina Silva ficou entusiasmada com o espaço, elogiando o trabalho colaborativo entre entes federal, estadual e municipal para concluir o projeto, além de organizações da sociedade civil que participaram dele. “Aqui tem cultura, aqui mostra como a gente pode usar [recursos naturais] sem destruir. Nessa casa não vamos ter fronteira. Aqui cabe o pantaneiro, cabe o trabalhador, o empresário, todos nós por um Brasil e um mundo mais sustentável, em que espécies migratórias possam dar continuidade ao fluxo da vida”, comentou.

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